O living da Priscila Müller tem o nome de Voyage Gris justamente por ter o cinza como cor predominante e substituto dos tons neutros de base, trazendo uma cor mais moderna para o fundo. O destaque é a multifuncionalidade do espaço, que permite variações na hora de receber.
As aplicações do linho, couro e madeira em sofás, poltronas e aparadores criam uma agradável composição de texturas. A arquiteta escolheu faux boiserie e iluminação pontual.
O espaço da Priscila foi um dos que eu mais gostei sobretudo pela iluminação, o tapete Boresh e pelas obras de arte. A foto a baixo reproduz melhor o tom dramático da iluminação.
Detalhe das pinturas vazias do artista plástico Paolo Ridolfi.
J'adore P. Müller!








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